Será o movimento
o imperativo da alma ao corpo,
para evitar a inércia,
que mascara da morte?
Pode ser
que a minha impaciência seja
uma busca constante por vida.
Ganas de movimento.
Ou incapacidade de vislumbrar o fim.
Os fins.
Negligência da inércia.
Será que cairemos
A partir dessa hipótese dicotômica,
Em ações deterministas?
Ou estamos sempre reconstruindo e nos desfazendo.
A todo momento
A cada acerto,
A cada dificuldade,
A cada erro.
Da inércia ao movimento, ao caos, ao movimento e à inércia.
Estrutura? O que há em seu cerne?
Algo acontecendo, sem restrições
A não ser a denominação.
Algo sempre acontece e quando eu morrer
Continuará acontecendo.
Não lamente a inconstância.
O único destino é a fluidez.
E nem se nem a morte a interrompe,
Para que insistir na linha reta?
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