Penso em suas mãos pressionando os meus seios
Minha língua acareciando seu corpo.
Sussuros, sopros, gemidos e olhares languidos pelas surpresas da descoberta da intimidade.
A entrega assusta e eu me sinto tão emocionalmente imprevisível.
Aguento aqueles segundos olhando os cantos da parede da pintura descasada, reluzindo na minha pupila dilatada de anfetamina. Beijaria você, te levaria pra cama e nos apresentariamos na intimidade.
O que há comigo?
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